Notícias e Enfoques

CFC Divulga Valores de Anuidades dos Contabilistas para 2015

Através da Resolução do Conselho Federal de Contabilidade (CFC) nº 1.467, de 24 de outubro de 2014, foram fixados as regras e valores das anuidades, taxas e multas devidas aos Conselhos Regionais de Contabilidade (CRCs) para o exercício de 2015.

Os valores das anuidades devidas aos CRCs, com vencimento em 31 de março de 2015, serão:

– de R$ 472,00 (quatrocentos e setenta e dois reais) para os Contadores e de R$ 424,00 (quatrocentos e vinte e quatro reais) para os Técnicos em Contabilidade;

– de R$ 235,00 (duzentos e trinta e cinco reais) para empresário individual e empresa individual de responsabilidade limitada (EIRELI);

– para as sociedades:

a) de R$ 472,00 (quatrocentos e setenta e dois reais), com 2 (dois) sócios;

b) de R$ 709,00 (setecentos e nove reais), com 3 (três) sócios;

c) de R$ 947,00 (novecentos e quarenta e sete reais), com 4 (quatro) sócios;

d) de R$ 1.184,00 (um mil, cento e oitenta e quatro reais), acima de 4 (quatro) sócios.

As anuidades poderão ser pagas antecipadamente com desconto, conforme prazos e condições estabelecidas na Resolução, além disso os valores das anuidades estabelecidos para o período de 01/1/2015 a 28/2/2015 serão, exclusivamente, para pagamento em cota única, sendo que os valores vigentes em março de 2015 servirão de base para concessão de parcelamentos previstos também nesta Resolução.

As anuidades poderão ser divididas em até 7 (sete) parcelas mensais se:

– requerido o parcelamento e paga a primeira parcela até 31/3/2015, as demais parcelas com vencimento após esta data serão atualizadas, mensalmente, pelo IPCA;

– caso de atraso no pagamento de parcela incidirão os acréscimos legais previstos.

As anuidades pagas e os parcelamentos requeridos após 31 de março de 2015 terão seus valores atualizados, mensalmente, pelo IPCA e acrescidos de multa de 2% (dois por cento) e juros de 1% (um por cento) ao mês.

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Notícias e Enfoques

CFC publica resultado do 2º Exame de Suficiência de 2014

O Conselho Federal de Contabilidade (CFC) publicou no Diário Oficial da União de hoje (31/10/2014), Seção 3, páginas 231 a 260, o resultado do 2º Exame de Suficiência de 2014, após análise de recursos.

O índice de aprovação para os contadores foi de 32,66%, o que corresponde a 10.637 aprovados. Já para os técnicos, o índice de aprovação foi de 20,31 %, o que corresponde a 1.728 aprovados.

Para a acessar a lista dos aprovados:

Bacharel em Ciências Contábeis

Técnico em Contabilidade

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Artigos

Razão ou Emoção: Como o Cliente Escolhe o Contador

Gilmar Duarte da Silva

(Artigo enviado por e-mail pelo autor em 02.11.2014)

O cliente de produtos ou serviços toma as decisões pela razão ou pela emoção? E os fornecedores, preferem os clientes racionais ou emocionais?

Estudar o comportamento do cliente é fundamental para melhor atendê-lo e conquistá-lo. De acordo com a pesquisa publicada pelo UOL em 13/05/2014, 52% dos consumidores brasileiros fizeram alguma compra por impulso nos últimos três meses.

A compra de impulso é sempre baseada na emoção, pois quando há a necessidade da compra o consumidor já pesquisou as especificações necessárias e sabe qual é o preço que o mercado pratica. Mas, quando surge uma promoção relâmpago no momento em que ele está na loja não se trata de impulso, mas de aproveitamento da excelente oportunidade surgida. Portanto, de compra racional.

Não podemos afirmar que comprar somente com a razão seja a melhor forma, mas certamente é possível dizer que apenas com a emoção pode levar o cliente a jogar dinheiro fora. A tomada de decisão com base na razão, especialmente nas empresas, é fundamental para obter maior resultado nas compras (despesas, investimentos etc.).

Ao contratar os profissionais que o auxiliarão na gestão da empresa, o novo empresário – isso também acontece com os mais experientes – precisa fazê-lo com muita racionalidade. Neste momento, tomar decisões emocionais pode levá-lo ao insucesso.

As pesquisas, especialmente as divulgadas pelo Sebrae, atestam que ao menos 50% das empresas são encerradas antes de completar cinco anos. Este número leva a crer que muitas decisões são impensadas, ou seja, tomadas pela emoção.

Normalmente, o primeiro profissional que o empresário precisa contratar é o contador. Na maior parte das vezes, decisões baseadas na emoção são mais rápidas e levam em conta poucas informações como:

            . preço (procura-se o mais barato);

            . referência (se for da família, melhor ainda);

            . ignorância (no sentido de total desconhecimento da importância do profissional);

            . pressa (não há tempo para pesquisar outros profissionais).

Há muitos fornecedores que atuam no mercado de venda de impulso, que investem fortemente no visual, cheiro e outras características que destacam o momento. Mas os clientes e consumidores que tomam suas decisões pela razão necessitam, além do preço, de muitas informações do serviço ou produto: peso, validade, composição, garantia, durabilidade, precisão, cor, prazo de entrega, condições de pagamento, marca, origem, valor do frete etc.

O problema é quando o cliente prefere tomar a decisão com base na razão, mas desconhece o que está comprando e, por isso, não consegue decidir com segurança. Alguma semelhança com os serviços contábeis? Sim.

Talvez a maioria dos empresários desconheça quais serviços devam ser oferecidos ou deveriam ser executados para a boa gestão e o pleno atendimento das exigências legais. Nestes casos, o desconhecimento contribui para a tomada de decisão tipicamente emocional.

Cabe aos contadores oferecer informações completas, mas não exageradas, tampouco técnicas, dos serviços oferecidos, a fim de que no momento certo, a decisão seja tomada de maneira ponderada e definitiva.

Gilmar Duarte da Silva é contador, diretor do Grupo Dygran, palestrante, autor do livro “Honorários Contábeis” e membro da Copsec do Sescap/PR. 

Atenção: O autor aceita sugestões para aprimorar o artigo, no entanto somente poderá ser publicado com as modificações se houver a prévia concordância do autor.

Guia para implementação de cálculo do preço de serviços contábeis e correlatos. Escritórios contábeis e profissionais de contabilidade têm um dilema: quanto cobrar de seus clientes? Agora chega às suas mãos um guia prático, passo-a-passo, de como fazer este cálculo de forma adequada. Com linguagem acessível, a obra facilita ao profissional contábil determinar com máxima precisão o preço de seus serviços a clientes e potenciais clientes.Clique aqui para mais informações. Como Fixar Honorários Contábeis

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