Notícias e Enfoques, Registro

DECORE: CFC Adia Prazo do Novo Sistema para Maio

DECORE-CFC

Governo

Receita Define Padrões de Atendimento

Através da Portaria RFB 457/2016 foram determinados padrões para o atendimento presencial nas unidades de atendimento da Secretaria da Receita Federal do Brasil.

Dentre as disposições previstas, destacam-se:

Todas as unidades de atendimento da RFB deverão disponibilizar vagas para atendimento, por intermédio de agendamento.

Os atendimentos poderão ser agendados mediante acesso ao sítio da RFB na Internet.

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O não comparecimento ao atendimento na unidade da RFB, na data e no horário agendados, por 2 (duas) vezes no período de 90 (noventa) dias, implicará o bloqueio de novo agendamento para o interessado e para o cidadão por 30 (trinta) dias, contados da 2ª (segunda) ocorrência.

Na impossibilidade de comparecimento ao atendimento agendado e para evitar a consequência prevista, o interessado ou o cidadão deverá cancelar a senha de atendimento até às 21 (vinte e uma) horas do dia imediatamente anterior ao previsto para o atendimento.

Não será prestado o atendimento ao interessado cujo CPF, CNPJ ou serviço pretendido for distinto daquele indicado por ocasião do agendamento.

Fica assegurado o atendimento ao cidadão que possuir senha de atendimento e encontrar-se no interior da unidade de atendimento da RFB, ainda que após o horário de encerramento do atendimento.

Artigos, Contabilidade

Distrato Social -Regras e Características

Quando os sócios resolvem por mútuo acordo dissolver a sociedade, lavra-se um instrumento escrito que se intitula “Distrato Social”.

No distrato são estipuladas todas as cláusulas relativas ao modo de liquidação, bem como a indicação do sócio ou terceiro que deva processar essa liquidação.

O distrato social precisa conter os elementos exigidos pelas normas do Registro de Comércio, das quais destacamos:

– Qualificação Completa dos Sócios

– Qualificação da Sociedade Distratada

– Cláusulas Essenciais (como motivos de dissolução, repartição do patrimônio remanescente e pessoa responsável pela guarda dos arquivos e documentos da sociedade)

– Fecho e assinatura dos sócios.

O distrato social marca o fim das atividades normais da empresa e, portanto, deverá ser providenciada o seu arquivamento na Junta Comercial dentro de trinta dias seguintes à sua lavratura.

Acesse no Guia Contábil Online:

Modelo de Distrato Social

Regras e procedimentos para  Dissolução, Liquidação e Extinção de Sociedade

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Artigos

Como Ganhar Dinheiro com Sabedoria?

por Gilmar Duarte

A falta de tempo não permite ficar pensando em bobeiras. Uma delas é pensar no preço, pois o mercado já sabe o quanto deseja pagar. Quem age sem pensar continuará igual.

Ganhar mais e muito mais dinheiro é o desejo da maioria das pessoas, mas parece que quanto maior o desejo, maior também a quantidade que escapa entre os dedos.

Isso sem falar que significativa parcela dos empresários opta, percebendo ou não, por deixar de viver para…sim, para ganhar dinheiro.

A cultura atual prega trabalhar muito, aproveitar todo o tempo e executar múltiplas tarefas ao mesmo tempo.

Isto me faz lembrar de um desenho que apresenta um personagem dirigindo, lendo jornal, tomando café e falando ao telefone. Estará esta cena muito longe da nossa realidade?

Trabalhar é preciso e ganhar dinheiro é necessário, pois é com ele que satisfazemos as necessidades, inclusive familiares.

Uma vida longa exige alimentação equilibrada e cuidados com a saúde do corpo e da mente. Trabalho em excesso e falta de investimento para o equilíbrio mental é sinônimo de sérios transtornos, alguns prejudiciais ao corpo, inclusive.

Minha proposta é utilizar parte do tempo destinado ao trabalho para pensar, pois além de exercitar a mente, assim capaz de funcionar melhor e por mais tempo, você vai descobrir que não precisa trabalhar tanto para obter o mesmo lucro.

Tenho assessorado muitos empresários que se encontram em dificuldades financeiras e muitas vezes já não sabem mais se estão ganhando dinheiro ou simplesmente fazendo a roda girar.

Observo que a minoria possui a destreza para pensar e agir na estratégia para definir o preço dos serviços e/ou bens.

Pode parecer exagero, então proponho a seguinte reflexão: a estratégia de precificação utilizada por você foi simplesmente copiada de alguém ou antes de aplicá-la você analisou, sentiu segurança e – principalmente – a compreendeu? Enfim, você sente segurança no método que utiliza para precificar?

Quem bom se todos os leitores deste artigo respondessem a esta questão, pois nos permitiria constatar a insegurança que paira neste pequeno universo.

Se você se encontra na mesma situação da maioria, ou seja, sente insegurança para precificar, proponho que comece a pensar como poderá fazer para trabalhar menos e melhorar o ganho. Lembre-se do ditado popular: “quem trabalha demais não tem tempo para ganhar dinheiro.”

Planejamento é a ação necessária especialmente para ganhar dinheiro, um dos objetivos mais perseguidos pela maioria dos empresários.

Descarte tudo o que não gera lucro e invista para que os clientes percebam os valores dos seus serviços e/ou mercadorias. Com esta estratégia o seu lucro deverá aumentar.

Gilmar Duarte é palestrante, contador, diretor do Grupo Dygran, autor dos livros “Honorários Contábeis” e “Como Ganhar Dinheiro na Prestação de Serviços” e membro da Copsec do Sescap/PR.

Com esta obra o pequeno e médio empresário terá condições de compreender a importância da precificação correta para a sobrevivência de qualquer organização e comprovará que a mesma é menos complexa do que parece, sentindo-se motivado a implantá-la na sua empresa prestadora de serviços!Totalmente atualizada e com linguagem acessível!  Guia para implementação de cálculo do preço de serviços contábeis e correlatos. Escritórios contábeis e profissionais de contabilidade têm um dilema: quanto cobrar de seus clientes? Agora chega às suas mãos um guia prático, passo-a-passo, de como fazer este cálculo de forma adequada. Com linguagem acessível, a obra facilita ao profissional contábil determinar com máxima precisão o preço de seus serviços a clientes e potenciais clientes.Clique aqui para mais informações.

Gilmar-Duarte

Artigos, Contabilidade

Mais Respeito com as Ciências Contábeis e Nossos Profissionais!

Por Fernando Alves Martins – Contabilista

Um ano se passou desde a publicação do Artigo Contabilidade Criativa ou do Crime Organizado e podemos perceber pouco avanço a respeito!

Vimos na mídia tratando rascunhos como sendo “Contabilidade” – escrevi sobre o assunto e até o momento não percebemos nossa Classe Contábil unida e se manifestando de forma mais objetiva a respeito.

Vejamos: 

1) Aécio chama ajuste fiscal de Joaquim Levy de ‘contabilista’;

Fonte: http://oglobo.globo.com/brasil/aecio-chama-ajuste-fiscal-de-joaquim-levy-de-contabilista-16217897

“é extremamente rudimentar, de um contabilista, que se baseia só na questão fiscal e esquece que as pessoas se levantam todos os dias e precisam comer e ir trabalhar”. 

Neste caso o CFC publicou uma Nota de Repúdio:

Fonte: http://portalcfc.org.br/noticia.php?new=21235 

Por sua vez o Senador Aécio Neves, através do chefe de gabinete enviou apenas um “e-mail” em resposta à NOTA DE REPÚDIO.

Fonte: http://www.portalcfc.org.br/noticia.php?new=21266 

Sinceramente, eu achei um absurdo! Apenas um e-mail está ótimo, assinado pelo chefe de gabinete. Mas como não temos Representantes no Congresso Nacional, não podemos exigir muito!!!

2. Novamente nossos trabalhos são questionados, ou até mesmo utilizados em uma defesa de mais um Réu na Operação “Lava Jato”

Quem assistiu o Jornal da Record recentemente, percebeu o desrespeito para com os Contadores ou até mesmo com as CIÊNCIAS CONTÁBEIS, como segue:

  • Marqueteiro do PT diz que usava contas secretas no exterior mas nega ter recebido propina:

Segundo o Jornal, o Marqueteiro João Santana disse: “que foi um erro de Contabilidade!”

Já o Advogado de Defesa, Fábio Tofic Simantob: “O João não sabe disso! O João é um criador! O João não trabalha com questão financeira, questão bancária…”

Fonte: http://noticias.r7.com/jornal-da-record/videos/marqueteiro-do-pt-diz-que-usava-contas-secretas-no-exterior-mas-nega-ter-recebido-propina-25022016

  • Polícia encontra indícios que marqueteiro do PT recebeu no Brasil dinheiro de empreiteira:

Vejamos o que dizem os Advogados Tributaristas contratados pelo marqueteiro.

Segundo Igor Nascimento de Souza: “A empresa cresceu, o faturamento da empresa aumentou, mas o que aconteceu com as obrigações contábeis dela, foi que ela continuou aquela empresa gerenciada, empresa familiar e que tem uma contabilidade bastante rudimentar…”

Fonte: http://noticias.r7.com/jornal-da-record/videos/policia-encontra-indicios-que-marqueteiro-do-pt-recebeu-no-brasil-dinheiro-de-empreiteira-26022016

Novamente, vemos a palavra rudimentar!

Agora pergunto, se a contabilidade é rudimentar, não existiu uma fiscalização do Órgão responsável da Classe Contábil?

E olha que estamos falando de “faturamento” de no mínimo R$ 24.200.000,00 (Vinte e Quatro Milhões e Duzentos Mil reais) por ano. Neste valor vultuoso estão somente os pagamentos efetuados.

Quem não queria ter ou ser o profissional contábil de uma empresa familiar com um faturamento como este?

3) “Contabilidade paralela”, foi este o termo que infelizmente a Mídia utilizou para“nomear” as Planilhas da Odebrecht encontradas na 26ª fase da Operação Lava Jato:

Vejamos as reportagens:

4) E por fim, recebido de um amigo Contador, na data de hoje:

MC Rodolfinho – Contabilidade (Áudio Oficial) 

Fazendo a contabilidade de várias de cem, vamo lá vai…”

Fontes:

https://www.youtube.com/watch?v=8Se6iRFFl90

http://www.vagalume.com.br/mc-rodolfinho/contabilidade.html

No mínimo preocupante o desrespeito com as Ciências Contábeis e com todos os profissionais da Área!

O que será que está faltando para que nossa Classe Contábil seja mais valorizada e respeitada perante toda a Sociedade? Quem sabe um “criador” como o João Santana? Creio que não!

Fernando Alves Martins

Contador. Graduado em Ciências Contábeis pela UNESPAR/FECEA – Apucarana/PR. Pós-Graduado em Gestão Financeira, Contábil e Auditoria pela INBRAPE/FECEA – Apucarana/PR e Direito Previdenciário pela Damásio Educacional S/A. – Unidade Apucarana/PR. Contador na empresa Bortolloti Ind. e Com. de Móveis Ltda. (HB Móveis). Estando entre os 05 (Cinco) inscritos e aprovados para ocupa 02 (duas) cadeiras na Academia de Ciências Contábeis do Estado do Paraná (ACCPR) no ano de 2015.

Artigos, Contabilidade

Não Existe “Contabilidade Criativa” – Existe, sim, “Malandragem Pública”

Por Júlio César Zanluca – contabilista

Nós, contabilistas, estamos cansados de ver divulgadas, na mídia, expressões absolutamente incompatíveis e desconexas da verdade real, como “contabilidade criativa”, ou termos semelhantes, que diminuem grandemente a percepção da contabilidade (verídica) como ciência social e desvalorizam a profissão de quem labuta diariamente para dar transparência às contas de empresas, governos e instituições.

Não existe a tal da “contabilidade criativa”, nunca existiu! O que existe, isto sim, comprovadamente (vide operações Lava-Jato e “pedaladas fiscais”) é a “malandragem pública”, e “malabarismos orçamentários”, tentando, por vias tortas, ilegais, imorais e absolutamente incompatíveis com a ciência contábil, dar ares de legitimidade às práticas públicas de falta de transparência fiscal.

Malandragens do tipo “pedaladas fiscais” devem ser repudiadas publicamente, tanto por nós, contabilistas, como os órgãos de classe (CFC, CRCs, sindicatos – aliás, cadê a manifestação pública destes órgãos sobre o assunto? Tem medo de se manifestar?).

Se houve a despesa (no caso, com gastos “sociais” do governo federal), deve ser registrada de imediato, e não “postergada” para períodos subsequentes. Não é à toa que o pedido de impeachment da atual “presidenta” da República seja baseado nesta justa razão: malandragem não é contabilidade, é crime!

Reflita, caro colega contabilista: se neste momento histórico da nação brasileira, nos calarmos e “temermos” qualquer represália a nossas atividades, nos acovardando de nos pronunciar publicamente contra os desmandos dos governos e das falcatruas largamente utilizadas pelos entes federativos, estaremos sendo passíveis de censura pelas gerações que nos sucederem.

Pela moralidade pública, pela ordem, pelo progresso do Brasil!

Contabilidade

Participe da Campanha Cívica De 23/Março

PROTESTO

Artigos

Quanto Você Cobra por Uma Declaração do IRPF?

Por Gilmar Duarte

Chegou o período em que o contador mais tem serviço. Esta é uma oportunidade de melhorar o rendimento e, quem sabe, realizar um antigo sonho.

Em função do alto volume de trabalho, especialmente no mês de abril, nem os sindicatos dos contabilistas se arriscam a promover treinamentos, pois é quase certo o fracasso do evento.

No passado, quando o preenchimento da Declaração do Imposto de Renda (DIRPF) era datilografado, este processo, inteiramente manual, exigia muita competência para calcular corretamente o imposto devido e para que o cliente não caísse nas “garras do Leão”.

Esse era o período, conhecido de todos, em que o contador ganhava dinheiro que lhe permitia trocar o carro ou fazer uma viagem de férias.

Hoje os processos são totalmente automatizados, o que facilita significativamente o trabalho, porém o Fisco está também cada vez mais aparelhado com o objetivo de arrancar o máximo de imposto dos contribuintes, o que exige ainda mais destreza para a confecção da DIRPF.

No entanto, a parte ruim e que desvaloriza é a concorrência, pois alguns oferecem o serviço por valores que inviabilizam a execução do trabalho com a dedicação necessária.

Nem sempre o cliente consegue diferenciar um trabalho do outro e, assim agrega pouco valor ao serviço. Então, quanto devo cobrar para fazer a DIRPF?

Proponho que o primeiro passo seja calcular o preço de custo da hora do setor que prestará o serviço, agregar as despesas variáveis e o lucro desejado.

Calculado o preço de venda da hora é chegado o momento de estimar o tempo que será necessário para atender o cliente e executar o serviço.

Na apuração do tempo considere desde o primeiro contato para a entrevista e levantamento das informações até a entrega definitiva da DIRPF.

Se o cliente parcelar o imposto e você ficar responsável pelo acompanhamento é preciso incluir este tempo. Também não esqueça da responsabilidade pela guarda dos documentos e os possíveis contatos para solicitar a cópia da DIRPF ou outras informações que não serão passíveis de cobrança futura.

Multiplique o tempo estimado pelo preço da hora para assim encontrar o valor proposto para fazer a DIRPF. Terminou? Não! Você encontrou a sugestão, mas para fechar o negócio é vital comparar com o mercado e identificar o valor percebido pelo cliente.

Você poderá praticar valores maiores que a concorrência, desde que o cliente perceba maior valor nos serviços prestados por sua empresa. Se for possível, você poderá praticar preços mais avantajados que o sugerido, com base nos custos.

Se o cliente não reconhecer valor e deseja pagar preços que não cubram todos os custos e reste lucro, sugiro que não seja prestado o serviço.

Fique atento. Este pode ser o momento de prestar bons serviços, desde que a prática de valores justos seja lembrada.

Só trabalham com prejuízo aqueles que desconhecem os custos. Estes certamente prostituem o mercado, e geralmente têm vida “profissional” com data de validade.

Como disse Benjamin Disraeli, “a vida é muito curta para ser pequena.”

Gilmar Duarte é palestrante, contador, diretor do Grupo Dygran, autor dos livros “Honorários Contábeis” e “Como Ganhar Dinheiro na Prestação de Serviços” e membro da Copsec do Sescap/PR.

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Gilmar-Duarte

Contabilidade

Sistema de Acumulação de Custos

Sistema de acumulação de custos representa a forma com que os custos são transferidos aos produtos ou serviços.

Uma vez calculado os custos de cada centro de custo, é necessário transferir tais custos aos produtos ou serviços.

Então, basicamente, o esquema de trabalho na apuração dos custos será:

  1. Determinar os custos diretos e contabilizá-los aos respectivos centros.
  2. Fazer o rateio dos custos indiretos e transferi-los aos centros de custos.
  3. Transferir os custos assim determinados (1 e 2), incluindo os custos de materiais diretos, para os produtos.

Esta transferência será debitada á conta específica de estoques de produtos em elaboração e creditada na conta de transferência de custos (no subgrupo das contas de centro de custos).

Posteriormente, os produtos que forem concluídos serão transferidos para o estoque de produtos acabados.

Exemplo:

Transferência dos custos de acabamento para os produtos em elaboração:

D – Estoques de Produtos em Elaboração (Ativo Circulante)

C – Transferência de Custos – Acabamento (Conta de Custos)

Desta forma, para formar o valor do custo de cada produto, deve-se utilizar um critério específico e coerente (regular), de acordo com uma metodologia lógica, racional.

Antes de decidir quanto ao sistema ou à modalidade de custeio a ser adotada, a empresa deverá escolher o seu sistema de acumulação de custos, orientando-se, estritamente, pelo sistema produtivo da empresa.

Veja maiores detalhes sobre o assunto na obra Contabilidade Empresarial.

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Artigos

Precificação – Valores Primeiro, Preço Depois

Por Gilmar Duarte

Diariamente acompanhamos empresários abrindo e fechando empresas sem conhecer os segredos da precificação. Métodos de custeamento e formação do preço de venda são necessários, mas também é preciso saber valorar.

Desde há muitos milênios até hoje, o processo de atribuir preço sofreu inúmeras alterações.

O preço já foi determinado sem critérios científicos, tabelamentos propostos pelo governo ou órgãos de classe, repasse dos custos mais a margem de lucro, um pouco abaixo do preço ofertado pela concorrência, com base no valor percebido pelo cliente, “chutômetro” e tantas outras formas que determinavam e/ou ainda determinam o preço da mercadoria, produto ou serviço.

Mais recentemente o que está na moda é o método “quanto você quer pagar”, ou seja, o consumidor decide o preço que deseja pagar, para isto as vezes é informado o custo.

Encontramos neste ramo, inclusive no Brasil, alguns restaurantes e os resultados vão desde aproveitadores até pessoas que reconhecem valores mais altos aos pratos.

Não acredito que este método funcione para todas as atividades, mas em algumas delas e por determinado período pode ser importante para atrair a atenção da mídia e dos clientes.

Normalmente os clientes enxergam maior valor no preço, isto é, adquirem aquele que tem o menor preço.

Mas valor e preço são sinônimos? Não, são bem diferentes.

O preço está na etiqueta do produto ou serviço, é a expressão monetária desejada em troca do bem.

O valor, por sua vez, varia de pessoa para pessoa, pois depende do grau de necessidade, da satisfação e da utilidade para cada um.

Já deve ter acontecido com você. Diante da dificuldade em encontrar uma mercadoria, o preço torna-se irrelevante no momento em que a mesma está diante dos seus olhos, pois seu valor é reconhecido.

Nestes casos diz-se que o combustível custou bem mais do que a própria mercadoria.

Na maioria das vezes, o vendedor é culpado pelo fato do cliente desejar sempre o menor preço. É ele quem ensina aos consumidores que o preço dele é o melhor, quando o correto seria apresentar, primeiro, os benefícios gerados e provar que estes são maiores do que o preço praticado, inclusive se comparados aos custos/benefícios ofertados pelo concorrente.

Esta ‘desvalorização’ incide com maior frequência quando o produto ou serviço é uma commodity.

Commodities são produtos ou serviços com características uniformes. O termo, mais adotado para minerais e agricultura, também designa serviços percebidos pelo cliente com grande semelhança, motivo pelo qual deseja pagar o menor preço possível.

Para que o serviço ofertado pela sua empresa não seja considerado uma commodity é necessário informar claramente quais são os diferenciais existentes em relação aos demais que parecem ser iguais.

O cliente de quem não consegue informar os valores do serviço ou produto certamente pagou o menor preço.

Quem consegue demonstrar claramente os benefícios que diferem o seu produto ou serviço dos mesmos oferecidos pelo mercado tem grande chance de reconhecimento dos valores da sua empresa. Se você é um destes, parabéns! Você acaba de conquistar mais um cliente!

Gilmar Duarte é palestrante, contador, diretor do Grupo Dygran, autor dos livros “Honorários Contábeis” e “Como Ganhar Dinheiro na Prestação de Serviços” e membro da Copsec do Sescap/PR.

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