Contabilidade

Análise das Demonstrações Financeiras

As atividades empresariais envolvem recursos financeiros e orientam-se para a obtenção de lucros. Os recursos investidos na empresa pelos proprietários (capital próprio – Patrimônio Líquido) e por terceiros (capital de terceiros – Passivo Exigível) encontram-se aplicados em ativos empregados na produção e/ou comercialização de bens ou na prestação de serviços.

As receitas obtidas com as operações devem ser suficientes para cobrir todos os custos e despesas incorridos e ainda gerar lucros. Paralelamente a esse fluxo econômico de resultados, ocorre uma movimentação de numerário que deve permitir a liquidação dos compromissos assumidos, o pagamento de dividendos e a reinversão da parcela remanescente dos lucros.

Para poder sobreviver e prosperar, uma empresa precisa satisfazer seus clientes. Ela deve, também, produzir e vender produtos e serviços obtendo um lucro. Para poder produzir, ela precisa de muitos ativos – fábrica, equipamentos, escritórios, computadores, tecnologia, etc. A empresa precisa decidir quais ativos comprar e como pagar por eles.

Uma das ferramentas imprescindíveis a tal administração é a análise periódica das demonstrações financeiras. Interessante que tal análise não compreende só a empresa administrada em si, mas também clientes e fornecedores, visando avaliá-los para efeitos de concessão de crédito ou para contratação eficaz, medindo o desempenho econômico e financeiro.

Dentre as análises relevantes, destacam-se o endividamento, liquidez, solvência, rentabilidade, produtividade, rotatividade e outras avaliações setoriais. Este trabalho tende a ser relegado a simples cálculos, mas é necessário que o analista procure, além da simples percepção dos números, uma avaliação mais específica para os objetivos da análise em si.

De nada adianta, por exemplo, considerar um alto nível de rentabilidade, se a liquidez está crítica, ou se as dívidas de curto prazo, apesar de baixas, somadas às dívidas de longo prazo, excedem o valor dos ativos.

Recomenda-se que a análise das demonstrações financeiras seja orientada para seus objetivos, ponderando as variáveis de risco mais críticas ou efetuando análises mais específicas (mesmo que não usuais).

Conheça uma obra específica voltada a análise das demonstrações financeiras, escrita pelo consultor, contabilista e professor Reinaldo Luiz Lunelli:

Guia Prático para Avaliação e Indicadores das Demonstrações Contábeis! Aspectos Práticos e Exemplificadas de Análises Financeiras. Com linguagem acessível, a obra facilita ao usuário a análise de balanços, mostrando as principais técnicas e cuidados necessários a serem tomados no momento da realização das análises. Explicações detalhadas e exemplificadas! Clique aqui para mais informações.

Notícias de Contabilidade

Notícias Contábeis 08.05.12

Notícias de Contabilidade

Notícias Contábeis 28.02.12

GUIA CONTÁBIL ON-LINE
Direitos de Uso
Propaganda e Publicidade
Plano de Contas – Atividades Rurais
IRPF 2012
Dicas para a Declaração do Imposto de Renda
Erros Comuns na Declaração do IR – Evite-os!
ENFOQUES CONTÁBEIS
Métodos e Aspectos da Análise de Balanço
Simples: Contabilidade como Vantagem Tributária
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Notícias de Contabilidade

Notícias Contábeis 22.11.11

BALANÇOS
Ato Declaratório Executivo Cosit 32/2011 – Divulga Taxas de Câmbio relativas ao Outubro/2011, para fins de balanço.
AUDITORIA INDEPENDENTE
Instrução CVM 509/2011 – Acrescenta artigos à Instrução CVM nº 308/99, que dispõe sobre o registro e o exercício da atividade de auditoria independente no âmbito do mercado de valores mobiliários, define os deveres e as responsabilidades dos administradores das entidades auditadas no relacionamento com os auditores independentes, e altera artigos e anexo da Instrução CVM nº 480/09, que dispõe sobre o registro de emissores de valores mobiliários admitidos à negociação em mercados regulamentados de valores mobiliários.
Notícias de Contabilidade

Notícias Contábeis 08.11.11

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Notícias de Contabilidade

Notícias Contábeis 19.07.11

 

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Contabilidade

Análise das Demonstrações Financeiras

A análise das Demonstrações Financeiras (ou Contábeis) objetiva uma avaliação da situação da entidade em seus aspectos Econômicos, Patrimoniais e Financeiros.

Também denominada “Análise de Balanços” tem como objeto de estudo, análise e interpretação, não apenas o Balanço Patrimonial, como também todas as demais demonstrações contábeis ou financeiras, elaboradas pela empresa e prescritas nos textos legais.

Para a realização da análise de balanços:

a)     Apuram-se os índices junto às demonstrações contábeis;

b)     Comparam-se os índices com os padrões do mercado e com a concorrência;

c)     Ponderam-se as diferentes informações obtendo um diagnóstico a conclusão; e

d)    Tomam-se decisões.

Portanto, para os contabilistas, administradores, empresários, investidores e demais interessados, a análise das demonstrações contábeis é imprescindível para determinar a “saúde financeira” da entidade, respaldando decisões.

Conheça a obra Análise das Demonstrações Financeiras, para um passo-a-passo nas análises.

Notícias de Contabilidade

Notícias Contábeis 26.04.2011

GUIA CONTÁBIL ON LINE
IRF – Juros Sobre Aplicações Financeiras
Terceiro Setor – Contratos, Convênios e Termos de Parceria
Aquisição de Bens para o Ativo Imobilizado sem Financiamento Bancário
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Notícias de Contabilidade

Notícias Contábeis 15.02.2011

Contabilidade

Gerenciamento Empresarial e Tributário com Uso da Contabilidade

A contabilidade é uma ferramenta indispensável para a gestão de negócios. De longa data, contadores, administradores e responsáveis pela gestão de empresas se convenceram que amplitude das informações contábeis vai além do simples cálculo de impostos e atendimento de legislações comerciais, previdenciárias e legais.

Além do mais, o custo de manter uma contabilidade completa (livros diário, razão, inventário, conciliações, etc.) não é justificável para atender somente o fisco. Informações relevantes podem estar sendo desperdiçadas, quando a contabilidade é encarada como mera burocracia para atendimento governamental.

Na prática, a contabilidade poderá ser útil para várias atividades de gestão empresarial, tais como:

1. Avaliação e projeção de fluxos de caixa
2. Formação dos preços de vendas
3. Avaliação de rentabilidade, liquidez e outros indicadores de desempenho
4. Controles internos
5. Análise do ponto de equilíbrio
6. Controle Orçamentário
7. Planejamento tributário, etc.

O primeiro passo para uma contabilidade verdadeiramente gerencial, é que esta seja atualizada, conciliada e mantida com respeito às boas técnicas contábeis.

Desta forma, pressupõe-se, entre outros, que uma contabilidade para uso gerencial deva ter:
1. Contas bancárias devidamente “fechadas” com os respectivos extratos, sendo as diferenças demonstradas e que tais diferenças não afetem o resultado pelo regime de competência. Admite-se, tão somente, as típicas “pendências” bancárias, como cheques não compensados e pequenos valores de débitos e créditos a ajustar. Valores expressivos, como débitos de juros e encargos sobre financiamentos, devem estar contabilizados.
2. Provisões de Férias e 13º Salário feitas mensalmente, com base em relatórios detalhados do departamento de recursos humanos. A falta de provisão mensal distorce as demonstrações contábeis, pois o regime de competência não é atendido.
3. Depreciações, amortizações e exaustões, contabilizadas com base em controles do patrimônio.
4. Registro dos tributos gerados concomitantemente ao fato gerador, efetuando-se também a Provisão do IRPJ e CSLL, conforme regime a que está sujeito a empresa (lucro real, presumido ou arbitrado).
5. Nas empresas que se dedicam às atividades imobiliárias, optar por contabilizar custos orçados das obras. Outras atividades também exigirão técnicas contábeis específicas, como as cooperativas e as instituições financeiras.
6. Receitas, custos e despesas, reconhecidas pelo regime de competência.

Recomendamos a obra Contabilidade Gerencial para um melhor vislumbre do aproveitamento das informações contábeis na gestão de negócios.